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June 08 O homem da flauta azulO homem da flauta azul
Não sei as notas que sai Não tenho técnica Não sou técnico Vejo uma navalha invisivel Cortando as pessoas Que no abstrato um sonho voa As vezes viajo trocando os dedos As vezes sopro uma nota só As duas esferas em minha cara Alguém eventualmente repara Quantas interpretações ela declara? Quantas pessoas eu vejo Carregando um imenso desejo Nessa galeria de muitos passos e poucos espaços Ah! Sao muitos... Quantas vitrines? Vejo papeis impressos voando pra dentro Aguardando o momento de alguém chegar para pegar Quantos olhares ha vaguear Ha procura de algo Não sei se estou além Dos que passam,olham e pensam... Tenho minha amiga azul Minha fantasia Minha transformação Tenho meu boné de lado As vezes cruzo as pernas E olho sorrateiramente pro lado Jamais sabia Que alguem por aqui passaria E faria pra mim uma poesia Pra ser minha nova companhia do dia dia. Irineu P Amorim 04/09/2004 SETE MESESSETE MESES
Esse poema fiz para meu irmao Tudo em silencio oculto repousava... Em forma enigmatica Em berços placidos e abstratos A essencia distante projetava o futuro
Despercebida e adormecida Sem que seres percebessem No envolvimento de braços e abraços
Lançando semente...Displicentemente...! Numa sincronia Num abarcamento Numa sinfonia perfeita Sem som Sem equalizador Todos corriam para chegar Pra namorar Para abrigar, unir e transformar ...Em ti Quantos episodios idênticos? Que somados constituem e formam irmaos. Crescia sem colunas Sem extrutura Sem traços Sem engenharia... Mas com a maior proteçao Vieste sem saber que eras...
January 02 pra sempre
April 07 poema
April 04 TRABALHO E PRA SEMPRE
o viaduto
April 03 sem datasem data! ha quanto tempo me espera habitando nessa esfera estou no ultimo dia que anoitece ou no primeiro dia que amanhece talvez na distancia existente entre sou os dias somados sou os dias impressos em teu calendario sou a semana,sou o mes, sou o ano em um movimento progressivo aproximas à contagem regressiva deixando para tras os dias classificados como velhos afinal onde começo? talvez ser no meio ou no fim como me classificas de novo se sou a sequencia de teu calendario? sou os dias que se dividem sou a chama radiante que esta sempre adiante expressas felicidade mas nao percebes que estou aprisionado em tua cidade gritando por liberdade. às vezes reclama mas nao ama então? pra que tantos fogos e tanta festa? se em voce sou uma luz sem fresta como ser novo de novo sem aflorar? como cuidar sem regar? como tocar sem aproximar? saibas que estou imersso em voce adormecido ou esquecido às vezes bato à tua porta mas nao se importa nao tenho data hora ou calendario sou sempre novo! Irineu Amorim todos os poemas registrados direitos autorais na biblioteca nacional do livro _________________________________________________________________ |
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